terça-feira, 11 de janeiro de 2011

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domingo, 9 de janeiro de 2011

Habilidade: Condução

Habilidade: Condução
Wilton Carlos de Santana
Mestre em Pedagogia do Movimento pela UNICAMP (SP)
Doutorando em Educação Física na UNICAMP (SP)

A condução é quando se leva a bola pela quadra de jogo. Quem ensina a conduzir objetiva ensinar a melhor
maneira de se fazer isso. Entenda-se por melhor, o modo mais eficaz. Uma regra básica: a bola deve estar
próxima do condutor.
Essa condução pode ser feita em linha reta, daí o nome de retilínea. Também em ziguezague, e, portanto,
sinuosamente. Sugiro evitar o ensino da condução de bola com o solado do pé, a não ser quando a
condução for de costas. De frente, é ineficaz. As outras faces para se conduzir são interna e externa.

Descrevo algumas orientações para ensinar a conduzir:
a) Ensinar que bola é mais empurrada do que batida, isto é, toca-se levemente na bola e várias vezes;
b) Ensinar que se deve manter a bola próxima ao corpo, que tem uma relação com a orientação
anterior, a fim de que o adversário não a roube;
c) Ensinar que a bola fica à frente de quem conduz - daí evitar a condução de frente com o solado;
d) Ensinar que se deve visualizar o espaço à frente, portanto deve-se levantar a cabeça. Estas duas
últimas orientações (c e d) permitirão à criança dar seqüência a outras ações, como o passe, o
drible e o chute;
e) Levar a criança a conduzir a bola, num primeiro momento, com êxito absoluto. Para isso, utilizar
bolas maiores ou mais pesadas ou que não saltem. A bola de futsal é adequada. Introduzir
progressivamente outras bolas que exijam mais do aluno;
f) Levar a criança a conduzir a bola com diferentes faces do pé, de diferentes formas e em diferentes
trajetórias.

habilidade: Domínio

Domínio é a habilidade de recepcionar a bola. O objetivo do professor ao ensina-la é o de levar a criança a
recepciona-la com as diversas partes do corpo. O professor Ricardo Lucena¹ , até onde eu sei, foi quem
tornou conhecida a classificação desta e de outras habilidades. Entretanto, antes dele, o professor Paulo
César Mussalem² propôs algumas classificações para determinadas habilidades. Por conta da completude
da abordagem do primeiro professor, optarei pelas suas classificações.
Quanto à Trajetória Quanto à Execução (Recepção)
Rasteira Com os pés, faces interna, externa e
também com o solado.
Meia-altura Com os pés e a coxa, faces interna e
externa.
Parabólica Com os pés, utilizando o dorso e o
solado; Com o peito, a coxa e a cabeça.
Julgo ser relevante construir alguns conhecimentos com a criança que aprende a dominar a bola. São eles:
a) Ensinar que se deve relaxar a parte do corpo que fará o contato com a bola;
b) Ensinar que se deve manter a bola perto de si, para dar seqüência ao jogo, seja passando, chutando,
driblando, conduzindo;
c) Ensinar que se deve adequar o corpo à trajetória da bola, isto é, não é adequado querer dominar com o
peito uma bola que vem à meia-altura, nem dominar com a coxa uma bola que vem alta;
d) Levar a criança a dominar com todas as partes do corpo possíveis;
e) Ensinar com bolas de diferentes pesos e tamanhos, de acordo com a possibilidade da criança.

Leia mais:
http://www.pedagogiadofutsal.com.br/dominio.aspx
1. Ricardo LUCENA, Futsal e a Iniciação, pp.
2. Paulo César MUSSALEM, Futebol de salão nas escolas de 1o e 2o graus. Rio de Janeiro.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

sub-7 DIÔGO, Troféu Melhor Amigo da Manhã


Sub-7 manhã - TROFÉU MELHOR AMIGO - Diôgo com os pais

Sub-7 manhã-TROFÉU MELHOR AMIGO -Diôgo, Gabriel, P.Gonçalves e Caio

sábado, 11 de dezembro de 2010

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

COLÔNIA DE FÉRIAS DE FUTEBOL - matrículas abertas

Coração saudável está nos genes ou no estilo de vida?

Coração saudável está nos genes ou no estilo de vida?
A saúde cardiovascular a partir da meia-idade é uma herança dos seus genes ou é algo que dependa do seu estilo de vida, estando portanto dentro do seu controle?
Dois grandes estudos, realizados na Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, confirmaram que um estilo de vida saudável tem impacto muito maior sobre a saúde cardiovascular do que a herança genética.
O outro estudo testou diretamente a questão genética, e também mostrou que a saúde cardiovascular é devida principalmente ao estilo de vida e aos comportamentos saudáveis, e não à hereditariedade.
Os dois trabalhos foram apresentados na semana passada durante a reunião anual da Associação Americana do Coração, em Chicago.
Como manter o coração saudável
O primeiro estudo revela que a maioria das pessoas que adotaram comportamentos de vida saudáveis no início da vida adulta mantiveram um baixo risco cardiovascular na meia-idade.

Os cinco comportamentos saudáveis mais importantes são:
1 - Não fumar;
2 - Pouca ou nenhuma ingestão de álcool;
3 - Controle do peso;
4 - Atividades físicas;
5 - Dieta saudável.
"Os comportamentos saudáveis podem superar a maior parte da sua genética," disse o Dr. Donald Lloyd-Jones, um dos autores dos estudos. "Esta pesquisa mostra que as pessoas têm controle sobre sua saúde cardíaca. Quanto mais cedo eles começarem a fazer escolhas saudáveis, maior probabilidade terão de manter um perfil de baixo risco para doenças cardíacas."

Comportamento de alto risco
O primeiro estudo investigou por que muitos adultos jovens, que apresentam um perfil de baixo risco para doenças cardíacas, saltam para a categoria de alto risco na meia-idade, apresentando pressão arterial elevada, colesterol alto e excesso de peso.
Essa piora no estado de saúde é resultado de mudanças no estilo de vida, conclui o estudo.
Mais da metade dos jovens que seguiram os cinco fatores de estilo de vida saudável ao longo de 20 anos foram capazes de manter seu perfil de baixo risco para a doença cardíaca na meia-idade.
Há grandes benefícios em chegar à meia-idade com um perfil de baixo risco para doença cardíaca. Essas pessoas vão viver muito mais tempo, terão uma melhor qualidade de vida e gastarão menos com saúde.
Um perfil de baixo risco significa ter colesterol baixo, pressão arterial normal, não fumar, não ter diabetes, fazer atividades físicas regulares, ter uma dieta saudável e não ter excesso de peso.

Saúde cardiovascular
O segundo estudo monitorou três gerações de famílias para determinar se a saúde cardiovascular é herdada ou não.
A "herdabilidade", conforme foi definida no estudo, inclui não apenas uma combinação de fatores genéticos, mas também os efeitos de um ambiente compartilhado, como os tipos de alimentos que são servidos em uma família.
O estudo descobriu que apenas uma pequena proporção da saúde cardiovascular é passada de pai para filho. A maior parte da saúde cardiovascular é devida ao estilo de vida e aos comportamentos saudáveis assumidos por cada membro da família.
"O que você faz e como você vive vai ter um impacto maior sobre sua saúde cardiovascular do que seus genes ou como você foi criado," explica Norrina Allen, principal autora do estudo.